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Mostrando postagens com o rótulo Gravidez

Relato de parto - parte I - A espera

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Quase 9 horas da manhã e a casa dorme, mas não por muito tempo. Esther faz uns sonzinhos gostosos do meu lado. Começo esse relato de parto com a certeza de que terei que terminar em outro momento e sem saber quando esse momento chegará. E isso me trava. Não sei por onde começar. A data prevista pro parto de Esther era 16 de novembro. No dia 9 tive as primeiras contrações de treinamento (a barriga fica bem rígida, mas não se sente dor). Depois não tive mais nada até a noite do dia 16, quando comecei a sentir cólicas irregulares e fracas. Fui dormir achando que seria no dia seguinte, mas… acordei sem sentir mais nada além de frustração. Mas enchemos a piscina cheios de expectativa. Às 10h30 do dia 20 a bolsa estourou. Era uma domingo e eu quase tinha ido à igreja. Imagina que vexame. Uma das enfermeiras veio em casa me examinar. Estava tudo certinho. Líquido claro, Esther com os batimentos como deviam, cabeça encaixada. Passei o dia com cólicas. À noite, dormi entre contrações doloro...

It's a girl!

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Segunda gravidez. Dessa vez, por já estar preparada, estava mais tolerante com os pequenos comentários que tanto tinham me chateado na gestação de Elias. Passei até a considerar alguns dos meus incômodos fruto de impaciência gratuita da minha parte. O que não quer dizer que não tenha havido outros, novos e intrínsecos à segunda gestação. A maior questão é sem dúvida com relação ao sexo do bebê. Senti-me cansada e intrigada com a torcida praticamente unânime pra que fosse uma menina só porque eu já tinha um menino. Eu não consigo entender essa importância toda dada ao sexo da criança. Perturba-me pensar que o bebê ainda no ventre da mãe carrega em seus ombros um monte de expectativas da sociedade e que boa parte destas são ditadas por um simples cromossomo. A maior parte do tempo, eu simplesmente nem pensava no sexo que essa criança teria (embora não possa deixar de mencionar que na primeira gravidez eu morri de ansiedade pra ter essa informação). Nessas últimas semanas, porém, ac...

Diário de gravidez II - das diferenças

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Foto por Elias Eu perdi as contas de com quantas semanas de gravidez eu estava. E sempre que alguém me perguntava eu dava um valor aproximado. Mas hoje de manhã resolvi procurar o documento da ultrassom pra refazer os cálculos e me surpreendi ao ver que estou com quase 20 semanas de gestação. A surpresa foi ainda maior ao ir ler pra relembrar em que estágio exato o bebê provavelmente está e perceber que ele deve estar com " cerca de 17 centímetros, do alto da cabeça até o bumbum, sem contar as pernas, que costumam ficar bem flexionadas".  Que grandão! Ah, então é por isso que ando tão cansada e sinto o estômago sempre pressionado. Tá explicado. É mesmo... tô grávida! Lembro que quando estava grávida de Elias eu lia praticamente todos os dias sobre o desenvolvimento do bebê e sabia falar com precisão a idade gestacional "19 semanas e 4 dias". Lembro que tinha a impressão de estar com a barriga gigante e tirava fotos quase todos os dias, além de me pesar dua...

Nova vida

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Hoje de manhã o Facebook me lembrou que há exatamente 5 anos eu estava partindo sozinha pra Polônia pra um estágio. Lembro-me da aventura, da liberdade, das cervejas e vodkas polonesas (apreciadas com moderação), das pessoas legais que conheci. Que maravilha, que tempo feliz, que tempo bem vivido! Marcou uma época que deixa saudade, mas não melancolia.  Eu tenho a impressão que a cada ano minha vida muda bastante. A cada ano, uma nova fase e isso sempre me motivou e acredito com convicção que esse é um dos motores do nosso casamento. E sem dúvida uma das mudanças mais radicais e permanentes na minha vida foi a chegada de Elias. Lembro de como demoramos pra nos acostumar completamente com a presença dele nas nossas vidas. Nos primeiros meses, vez ou outra, eu e Bernardo nos olhávamos e dizíamos "Nossa, tem um terceiro ser na nossa casa. Uma pessoinha crescendo." Elias não é mais novidade. Ele já conquistou seu espaço, já é menos nosso filhote e se impõe como uma pessoa c...

Ponto de Luz

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Ela tá grávida, vívida, ávida pra ver o rosto do filho que vem por aí. A felicidade ocupou os espaços vazios que insistiam aqui. Depois de atravessar, atrito lá, tramar entrar sem temor em espaços maiores que nós. Aventureiro, vivendo inteiro o momento de vida que temos a dois. Pois ela é uma máquina de acreditar sem hesitar nesse sonho bonito de viver em paz. Nada é impossível utopia ou em vão quando o coração é tao capaz. Anda de barrigão, com os pés no chão, mas o cabeção desse pai continua a voar pelo azul. E nessa dança, a gente balança mas não trai a convicção de que tem que ter amor no menu. Eu sou feliz, tenho tudo que quis. Minha razão não entendeu e investiga Essa intriga, mas faz mal não. Foi planejando que a gente chegou nesse ponto de luz. O projeto era simples. Fazer uma família enorme, e simplesmente encher a casa de gente, gente pequena fazendo bagunça. O trabalho é muito, só que isso é outro assunto. Pois nada é demais pra quem quer demais a alegria d...

Respira...

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8 de outubro de 2013, uma terça-feira ensolarada. Mala pronta. Sacolas com piscina, mangueira, computador, comida. Parecia que a gente ia viajar. Peguei um táxi e Bernardo foi acompanhando na moto. (Parêntesis) O taxista fez as perguntas de praxe sobre a gravidez e o bebê e disse que a mulher dele estava grávida também. Ela telefonou pra ele logo depois e ele me passou o celular dizendo: "fala aí com ela!" Bom… batemos um papo de uns 15 minutos e trocamos nomes pra adicionar no Facebook, mas nunca o fizemos. E eu lembro mais o nome da mulher?! (Fechando parêntesis) Uma vez no hospital, esperamos um bocadinho o médico poder vir nos atender. Pra gente, não havia urgência, quanto mais ele demorasse, melhor. Mais chances teríamos de o parto iniciar sozinho. Era a nossa esperança. Quando fui atendida e examinada, surpresa boa! Quase 4 cm de dilatação. E sem dor. Aquilo era raro num primeiro parto e uma ótima notícia. O médico disse que nem injetaria ocitocina, faria uma ma...

Remendando planos

Elias é nosso primeiro filho. Planejado, esperado, curtido muito, amado desde o ventre por Bernardo e eu. Vivemos a gravidez plenamente, li muito sobre tudo o que envolvia o momento em que vivíamos, fiz esporte, conversei com ele, li, cantei; fui mãe desde que soube da sua existência. E (surpreendentemente?) Bernardo também foi pai desde o início. Foi uma gravidez intensa, de muita paixão. Rendeu muitos textos no blog e uma música (ainda não publicada). Eu concebi o parto ideal depois de muitos vídeos, leituras, visitas médicas, conversa com parteiras e doulas. Ele consistia em ficar na tranquilidade do lar e receber Elias onde viria a ser o seu lar também. Pintei um quadro com pouca luz, muita água, num ritmo jazz e carinho do marido. Sonhei em amamentar na primeira hora, com a certeza de que meu bebê não passaria por todos os procedimentos rotineiros e nem sempre necessários. Nos preparamos. Alugamos piscina, compramos bola de Pilates, mangueira, baldes, panos, muitos panos. ...

Ação

Contração. Ação descontrolada E violência dada Entregue E que o homem enxergue Que é bicho De carne e cheiro. Velhos e filhos. De orgias hormonais de uma mulher só E tecnologias brutais, um amor nó Indecifrável, indisolúvel, imoral E eficaz. Elias sai. Elias vê. Elias é.

Como agradar uma grávida

Pra não descobrirem  acharem que eu sou chata... Resolvi contar um diálogo que tive com alguém muito sensível quando eu estava com umas 28 semanas de gestação... - Quem você está carregando na barriga? - Como? Eu tinha entendido cada palavra e tinha um palpite sobre o significado do enunciado, mas era tão original que fiquei com medo de ter entendido errado. A moça repetiu a pergunta e eu respondi. Em seguida, ela continuou: - Ele fala bastante? Hesitei... - Sim, ele tem movimentos bem eloquentes. Ufa, aliviada em ver que eu ainda era capaz de manter um diálogo diferente dos esquemas pré-moldados. Apoie você também a campanha: "Um pouco de originalidade e sensibilidade nas conversas com as grávidas!"

Como irritar uma grávida

Já faz um tempo que prometi esse post. Imagino que a essa altura da gravidez eu já ouvi tudo o que tinha pra ouvir. Eu espero... Então aqui seguem algumas frases que poderia ter deixado de ouvir nesses últimos 9 meses. "Como está gordinha..." ou "Engordou quanto?" Não engordei, ganhei peso; é diferente! "Que barriga enorme! Tem certeza que não são gêmeos?" Isso mesmo com 9 meses de gravidez. "Você é magrinha... será que vai ter passagem?" Sai pra lá! " - Você está com quantos meses?  - 4.  - Foi bem na época que perdi meu primeiro filho..." Diálogo verídico! =O "Já sabe o que é?" Isso se referindo ao sexo. Já respondi "ser humano". "Pela barriga é menino. Pela barriga é menina." Bom, são sempre 50% de chance! Muito, muito chatos esses palpites que todo mundo acha que tem que ter e emitir. "É menino? Eita, o pai é que ficou feliz, né?" Ao que respondi: "E a mãe também,...

Diário de gravidez 4 - 38 semanas

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Estou com 38 semanas e meia agora. Esse deve ser o último diário de gravidez de Elias. Em breve terei o prazer de contar do parto e dos prazeres de ter no colo meu bebê.  Fazendo o balanço desses 9 meses, posso dizer que tudo se passou tranquilamente. Houve alguns sustos graças ao erro de uma enfermeira na França, mas nada demais. A enfermeira obstetriz (sage-femme), quando fui a uma consulta apenas pra desencargo de consciência, após um exame de toque desnecessário arregalou os olhos e disse que eu estava com o colo do útero muito aberto, que néao poderia assistir às aulas, nem pegar trem, muito menos avião. Ela falava de maneira contundente, firme e forte. Como disse, seus olhos estavam arregalados. Fiquei em pânico. Eu estava sozinha, não tinha ninguém em Nantes, longe do marido. Ela me mandou pra emergência da maternidade. Saí de lá andando, sozinha, aos prantos no meio da rua. Ainda peguei dois bondinhos. Chegando lá, espera. Depois fui atendida por um enfermeiro, em seg...

Gravida radical

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Subi lentamente nas pedras. Cheguei perto da beirada para avaliar a distância das pedras, quão longe eu deveria pular, se não havia risco de alguma onda me empurrar contra a rocha, etc. Senti medo, muito medo. Mas Mikaël e Mel já haviam pulado e tinham sobrevivido, por que não eu? Além do mais, racionalmente, tudo parecia seguro, dada a circunstância. Afinal, seguro mesmo é não sair da cama. E incrível como não conhecemos o próprio corpo. Passamos uma vida inteira sem usa-lo como poderíamos e temos a impressão de não sermos capazes de fazer as coisas mais simples, às vezes. Vendo o vídeo, percebo o pânico nos meus olhos. Os meninos me incentivavam. Eu queria muito pular! Deixo claro que a iniciativa foi minha, eles insistiram uma vez que eu estava na beira da pedra, hesitando a pular. Mikaël pressionava: "Posso parar de filmar?" Ao que eu respondia firme: "Não!" Mel decidiu pular comigo pra me encorajar. Contou até 3 e... pulou sozinha. Não consegui. Mas desde...

gràvida a bordo!

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Viagens longas jà são por si so cansativas. Para gràvidas, então, pode ser muito desconfortàvel. Conversei com minha obstetra e, pra variar, pesquisei bastante em blogs na tentativa de tornar a minha viagem o menos traumàtica possivel. E consegui. A minha primeira medida foi tomar Dramim. Pois a ùltima coisa que eu queria era correr o risco de enjoar no avião, muito menos vomitar. Então, assim que eu sentava na poltrona, o sono ia logo batendo e eu apagando. A viagem acaba sendo "mais curta" assim. Antes do avião decolar, eu jà cochilava. Eu acordava so pra comer, me esticar e ir no banheiro. Nos dois vôos acordei com o impacto dos trens de pouso no chão ao aterrissar e depois ainda voltei a dormir, acordando apenas quando o avião parava completamente. Isso ainda traz o beneficio de chegar "em forma" na destinação.  O segundo ponto a analisar, era o melhor assento para gestantes. Não pude escolher na hora da compra, pois sairia mais caro e a ordem era ...

Das mordomias da gravidez

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Eu sou uma pessoa chata. Obviamente, sou uma gràvida chata também. eu conheço meus direitos e faço questão de usufrui-los enquanto posso. Assim, desde que a barriga começou a ficar evidente, eu não sei o que é fila. As vezes até abuso um pouquinho. Outro dia estava no cinema e decidi ir ao banheiro antes do inicio do filme. Como não hà nada de original nisso, uma dezena de mulheres também estavam là. Admito que não era urgente para a minha bexiga, mas fiz pose de gestante sofrida e fui avançando ao lado da fila. Cheguei pra duas adolescentes que estavam na vez e pedi para passar na frente. Elas olhavam pra minha cara (de quase tão adolescente quanto a delas) atônitas. Expliquei com um sorrisão simpàtico nos làbios: "é que o bebê faz pessão na barriga. Um dia vocês descobrirão como é". Seus olhinhos encontraram minha barriga e as cabeças balançaram afirmativamente. Não ouvi suas vozes. Não sei se era timidez ou estupefação.  Hoje, ninguém me faz passar muito tempo em pé ...

O desafio

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Via de regra, quem parte para 10 dias de férias, para um pais onde se tem muito e bons amigos, leva um espirito alegre. No aeroporto, meu pai, Càssia, Pedro e Bernardo estavam sorridentes e falantes. E o bom humor deles me incomodava, apesar de fazer bem. Eu estava longe de estar alegre, eu estava mal-humorada demais. Eu queria ter passado mais tempo com o marido, mas o trabalho não deixou. de qualquer maneira eu tinha muito o que fazer. Trago duas blusas um pouco umidas na mala porque lavei roupa um dia antes da viagem. Esse é mesmo meu carma desde a viagem para a Polônia.  Nunca entrara na parte de embarque tão tarde. Fui uma das ùltimas a entrar no avião. Eu queria adiar o màximo possivel a separação. Mas a hora chegou, e não foi sem làgrimas nos olhos que abracei Bernardo dizendo que não queria ir sozinha. Um dengo so. Olhando a cena agora, vejo o quanto "menininha" estava. Mas não me acuse, leitor, eu tenho uma resposta infalivel e que serve pra tudo: "é a g...

40 dias de deserto

Muitos dizem que quando se casa, perde-se a liberdade. É verdade que aceitamos e queremos algumas limitações. Mas com relação aos estudos e à carreira, o casamento no meio da graduação em nada nos atrapalhou. Pelo contrário, nos fortalecemos e nos icentivamos mutualmente a crescer. Dou graças a Deus pelo marido que tenho. Marido que me instiga a avançar, que me apóia e se alegra com o meu sucesso. Faz parte disso passar um tempo separados devido a viagens, eventualmente.  Lembro da primeira, logo no início do namoro. 10 dias de férias em Noronha. As más línguas dirão que é pouco, e que passa rápido, mas amargamos uma grande saudade que rendeu lindos poemas da parte do apaixonado namorado. Percebo também que a duração das viagens vai aumentando. Depois passei 15 dias na Polônia pro Mestrado 1. Ano passado, uns 35 dias na França pro Mestrado 2. E em algumas horas estarei eu novamente num avião, longe da minha metade, com longuíssimos 40 dias de distância pela frente. Nunca esti...

Elias

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Com vocês...  ELIAS SOUSA!

O sexo do bebê - mistério resolvido!

Lucilo d"Ávila, às 13h00. Hora marcada, ok. Antes de sair de casa fiz uma check list e tudo estava ok: carteirinha do plano, dinheiro, receita da obstetra, olhar no google maps o melhor caminho, sair com 1 hora de antecedência. Esqueci de colocar o DVD pra gravar, mas chegando lá, ele estava na bolsa. Ufa... Bom, esperamos por quase 2 horas. Mas nosso humor estava quase inabalável. O meu se abalou um pouco quando Bernardo, faminto, decidiu ir buscar algo pra comer e eu fui chamada bem na hora. Mas falei com uma moça lá e pude entrar quando Bernardo voltou, pouco tempo depois.  Tudo dando certo. Parece que era pra ser hoje mesmo.  Fomos bem atendidos, com boa estrutura e pela simpatia e competência da Dra Rosângela Falcão, que foi nos informando de tudo, comentando o que via, mostrando cada partezinha do nosso baby. A primeira que ela viu foi o... Ele não fez mistério quanto ao seu sexo. Assim que o instrumento foi colocado na  (sobre) minha barriga, ele estava v...

O mistério e a beleza da barriga de uma grávida

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Interessante observar as mudanças de comportamento das pessoas com as mulheres grávidas. É como se a mulher se tornasse um ser à parte. Como se ela deixasse de ser mulher para ser simplesmente grávida. De maneira geral, convencionou-se que não se toca ou beija a barriga de uma mulher. Nem a de homens, por sinal. Imagine a cena de duas amigas que se encontram no shopping e começam a alisar a barriga uma da outra e trocam beijos na barriga ao invés das bochechas. Estranho. Mas agora imagine que apenas uma delas faz isso e a que recebe o carinho ostenta um barrigão gestante. A tendência é sorrir para a cena com simpatia. O fato é que, normalmente, ninguém pega na barriga das mulheres por aí. Mas antes mesmo de a barriga de uma grávida aparecer, todos, homens e mulheres, perdem todos os melindres e parece não haver problema algum no toque. Tomei muitos sustos no início, ao cumprimentar alguém a quem antes apenas dava os dois beijinhos convencionais e a pessoa de repente "metia ...

Ultrassonografia - a esperança é a última que morre

Ultrassonografia marcada! Vai ser particular mesmo. O plano não cobre a morfológica. Da outra vez não houve problema porque era uma ultrassonografia obtétrica normal. Vai nos custar 250,00 reais, mas não se trata apenas de saber o sexo. Verificar que ele está saudável é o principal, mas descobrir logo o sexo seria um ótimo brinde. Liguei pro Lucilo d'Avila e não tinha vaga pra esse mês. Até que disse que seria particular e milagrosamente apareceu horário livre na segunda-feira já! Pagando tudo é mais fácil, é?  Bom, tive que cancelar compromisso. Bernardo vai ter que mudar o horário de uma aula. Mas é por uma boa causa.  Torçam por nós! Espero que dessa vez dê tudo certo e o baby nos ajude sendo bem desinibido.  Assim que eu tiver novidades, corro aqui pra contar ;)