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Mostrando postagens com o rótulo cotidiano

Em busca da felicidade

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As vezes a felicidade vem de fora. Pra dentro. 

Chagrin Avenir

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Quand je suis né, le papier était utilisé pour stocker des données. Certains morceaux portaient des données très précieuses, comme l'identité de quelqu'un,  d'autres avaient même plus de valeur que certaines personnes. Quand je suis né, beaucoup de monde passaient leur vie à regarder la vie des quelques uns, sans les avoir choisi, sur des écrans à sens unique, qui distribuaient de l'opinion sans jamais en recevoir. Quand je suis né, les obstacles aux voyages n'étaient pas des mers ou des montagnes, mais des lignes imaginaires, qui classaient les gens par culture, couleur et richesse. Quand je suis né, le monde avait tellement de langues qu'on pouvait faire la vie en enseignant les gens à parler. Quand je suis né, on ne choisissait que qui allait choisir. Et pourtant on appelait ça démocratie. J'ai l'impression que le monde n'a décidé de changer que quand je suis mort...

Jardim francês em dia de sol

Clermont-ferrand é uma das "cidades floridas" da França. Cada primavera, um orçamento desconcertante é dedicado às flores. Ao som de uma versão brasileira da versão francesa de uma música de Rick Founds, curtam as imagens dessa festa de cores, no coração da cidade, numa tarde ensolarada.

Quem quer pão?

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Somos de fases, cíclicos como as estações do ano. Inclusive no que diz respeito aos nossos hábitos alimentares. Nesse momento estamos na era dos... sanduíches. Não tem coisa mais simples, eu sei. Mas fomos incrementando com molhos, queijos, presunto, frango, até fígado. Não é por preguiça de preparar outra coisa que comemos sanduíche, é por gosto mesmo :) Ontem foi a vez do peito de frango, com molho branco, queijo e azeitona. Uma delicia. Casal conversando à mesa. Bom-humor. Satisfação. Entre duas mordidas uma azeitona fugitiva conseguiu escapar pela culatra dos braços do pão do marido. No segundo seguinte a esposa, sem hesitar, ataca o prato do marido e resgata a azeitona, que coloca sem melindres direto na boca. Silêncio. Cara de pasmo. Risos. De uma das partes apenas. O marido num tom grave: "Nunca mexa na comida de um cachorro!" Moral da história: em briga de marido e mulher, não se mete a colher. Não... Em briga de marido, a mulher não m...

Diálogo?

Conversa à mesa, após o almoço. - Ai, amor, tenho que pensar no tema pra minha dissertação de conclusão de estágio... - Você já tem alguma idéia? - Sim, algumas, o difícil é escolher. Eu tava pensando em analisar as dificuldades e estratégias disponíveis num contexto de aprendizado onde o professor de francês e alunos iniciantes não compartilham a mesma língua. - Humm... Interessante. - Uma outra opção é falar sobre as técnicas de correção. Como, quando, por que, etc. Silêncio. - Amor? - Humm? - O que você acha desse tema? - Interessante. - responde o marido com o rosto passivo. - O que? - O que o que? - O que é interessante? Sorriso amarelo do marido. Eu não sei se dá raiva ou se me apaixono ainda mais. Adoro o sorriso dele sem jeito.

Do silêncio

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Um blogueiro de respeito não deixa seus leitores um mês no silêncio. Um blog de qualidade é atualizado, no mínimo, uma vez por semana. E aqui estou eu, um mês depois, essa blogueira furada, nem mesmo pra escrever algo novo, mas simplesmente pra me desculpar pela ausência. Ah, e publicar orgulhosamente alguns dos motivos. O principal são os estudos. Estou na reta final do primeiro ano de mestrado em FLE (francês língua estrangeira) e isso tem tomado muito tempo. Mas o resultado tem sido mais que positivo. Querem saber minha média do primeiro semestre? 15,75!! Considerando que a nota máxima é 20, a média pra passar de ano 10, a média pra ser aceito no segundo ano de mestrado é 12 e que a minha nota foi maior que a de muito francês... mamãe vai ficar orgulhosa :D É isso pessoal. Tenham paciência; notícias e abobrinhas em breve ;) Enquanto isso, confiram nossas fotos de fevereiro.

Provas na França

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Fim de semestre na faculdade é sinônimo de provas. E na França cada semestre é equivalente a um vestibular! Recebemos convocaç ã o pelos correios com data e hora. No dia D, chegamos mais cedo para verificar a folha exposta no hall da faculdade indicando a sala. Entregamos nossa carteira de estudante ao fiscal (um professor da universidade), sem ela n ã o podemos fazer prova, mesmo se o professor o conhece, o viu todas as semanas nas aulas, mesmo se você foi um estudante participativo e respons á vel. Algumas provas s ã o muito longas, chegando a durar 4 horas. Dependendo da cadeira, devemos fazer uma redaç ã o em três partes, cada uma com três sub-partes, cujo tamanho padr ã o é em média 4 p á ginas. E alguns estudantes pedem uma folha a mais porque a redaç ã o deles faz mais de 4 p á ginas! Nessa hora eu me apavoro diante da minha primeira p á gina completa e me pergunto se vai ser o suficiente. Fazemos as provas numa folha espec í fica, onde colocamos nosso nome, ano de nascimento, n...

Assim eu me apaixono...

Tarde de domingo. Bernardo vai à casa de uma fam í lia amiga para ajud á-la a resolver uns problemas de inform ática. Cec ília estuda em casa. Celular toca.  SMS... - Pronto. Estou andando. - "Quando você anda, eu ando." (Alu são a uma m úsica francesa) - Ent ão eu te amo. - Estou com vontade de te dar um grande abraço... - Você quer que eu corra? * * *  Dimanche après-midi. Bernardo se trouve chez des amis pour les aider à résoudre des problèmes informatiques.  Cec ília étudie à la maison. Le portable sonne.  Texto ... - C'est bon. Je marche.  - "Quand tu marches, je marche." - Donc, je t'aime.  - J'ai une énorme envie de t'embrasser ... - Tu veux que je cours ?  =]

Aula de F.L.E

Francês língua estrangeira. F.L.E. É isso o que estudamos na faculdade. O curso forma professores de francês para estrangeiros. Temos um exercício pra fazer e gostaria que vocês nos ajudassem. Rápido, pois é pra amanhã à tarde :D Precisamos dizer 10 coisas boas do Brasil. Peço a cada um a escrever sua lista nos comentários para me ajudar a preparar a minha, s'il vous plaît ... Escreverei em breve, no momento ando muito ocupada. Beijo!

Nous voici !

Olá, queridos leitores fiéis. Sabemos que não temos sido escritores fiéis, mas é que as novidades vão ficando escassas após um ano. No início tudo era novidade e tudo era motivo para escrever e mostrar pra vocês: fazer feira, lavar roupa, a bicicleta nova... Agora, já estamos com uma rotina bem esquematizada. Fomos aceitos para fazer o terceiro ano em Blaise Pascal como estudantes "normais" e teremos um diploma francês em setembro de 2010. Semana passada pedimos a renovação da autorização de permanência para mais um ano aqui e esperamos a resposta da Prefeitura, que teremos somente em setembro. É pouco provável que não sejamos aceitos... Mas continuem orando. Estamos de férias desde meiados de junho e as aulas só começam 15 de setembro. Isso é que são férias longas! Estamos aproveitando, como vocês podem ver pelas fotos no Picasa. Decidimos que subiremos pelo menos dois vulcões por mês. Refizemos o Puy-de-Dôme (mas não tiramos fotos porque foi à noite), conhecemos o Pario...

Oração

Hoje, estamos inaugurando nossa lista de oração, que vai ficar por tempo indeterminado aí ao lado, para os irmãos que quiserem saber nossos motivos de oração mais específicos. Também estamos atentos aos motivos de oração das nossas famílias e amigos. Quando eu morava em Sorocaba, estava sob o olhar atento de meus pais. Eles oravam bastante por mim. Hoje, eu não estou mais sob o olhar atento deles, mas eles ainda oram por mim. Além disso, eles ganharam mais um nome para orar, e isso é bom. Eles oram por Cecília também. Foi ainda sob o olhar deles que eu aprendi a importância da oração. Jether, tendo sido mecânico, explicou uma vez que a oração é como o combustível do crente, que carro nenhum anda sem gasolina, etc. Foi sob o olhar deles que eu chorei o pecado certo e a fé frouxa da adolescência, depois da juventude. Foi sob esse olhar que eu me ajoelhei admitindo que estava perdido, que era tudo orgulho, que eu ia orar. Eu orei, mas não o bastante. O rumo certo custou a chegar. ...

Feira na França

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Ao contràrio do que muita gente pensa, comida na França nao é sempre exorbitante. Apos muita pesquisa, conseguimos bolar uma dieta nutritiva e barata; 90,00€ / mês, duas pessoas, com carne, leite, vegetais, doces... Ontem fizemos feira. Veja se não dá água na boca: Compramos até chocolate. 900g !!! e é do bom. Nada de vender gordura hidrogenada por chocolate na França: deve dar cadeia... Hoje de manhã o café foi remarquable . Pêssegos e bananas com mel brasileiro (os últimos mls) rsrs.. Nada na vida é melhor do que barriga cheia... dizia um tio de Pedro.

Lavando roupa

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A idéia era simples. Lavar roupas. Algo básico. Ainda tínhamos roupa com sujeira brasileira. Tem uma lavanderia dessas de primeiro mundo aqui na residência. Quer dizer, quase aqui; na verdade fica no Predio B. Nós moramos no A. Primeiro passo: comprar sabão em pó. Esse era o mais barato. Três € e alguma coisa, mais de 5 kg. Depois, fomos para o Prédio B, atravessamos um corredor escuro, eram cerca de 9h00 da noite, e chegamos ao empoeirado lugar. Lá encontramos um cara nada simpático, que perguntou logo de cara - isso é do senhor? - apontando para uma das máquinas, que estava funcionando. Não, não eram nossas as roupas que giravam lá. Isso só significava uma coisa para aquele rapaz: mais um na fila! Pois é. Eu ja mencionei que ele não era nada simpático? Momentos depois, chegou uma garota e levou as roupas embora, sem usar a secadora. Será que as roupas já saem secas da máquina? Então por que a secadora? Quando chegou minha vez de lavar, nada da máquina funcionar. Perguntei pro cara po...

Água potável

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8 de setembro, segunda-feira à noite, chegamos cansados e satisfeitos na pequena Clermont. Conhecemos a residência onde moraremos e desfizemos as malas. Acetil-colina no sangue, lembramos que passamos o dia inteiro sem ingerir uma gota d'água sequer. Minha boca estava toda rachada e ardia muito; era imprescindível encontrar água! Fomos ao patio e encontramos um casal a quem perguntamos muito naturalmente onde poderíamos comprar uma garrafa d'água. Eles ficaram meio confusos e o rapaz disse que seria difícil, mas talvez tivesse num lugar muito longe. Agradecemos e saímos. - Onde ser que eles conseguem água potável?? Chegamos a um bar e encontramos uma mulher bastante simpática, lhe fizemos a mesma pergunta e descobrimos que realmente não é nada comum garrafinhas d'água por aqui. Mas continuamos conversando com a sorridente mulher. Explicamos o dia inteiro de viagem sem água, choramingamos o cansaço e a sede, dissemos quem somos e ela finalmente pareceu compreender nosso fr...