De Clermont-Ferrand Cecília aproveita com cuidado e carinho, cheia de uma satisfação irradiante, o caça espacial que nos é tão querido. Ela vai trabalhar na hora do almoço, pedala 15 minutos de ida, 15 de volta, prende o veículo numa barra de ferro, ao lado de umas 5 bicicletas velhas, e sobe para encontrar o marido. Bernardo a espera com o almoço a caminho, cheirando à pronto. Algumas horas de conversa, projetos, detalhes, e la se vai a moça, mais uma vez, ao trabalho oleoso e pesado do Apero'Max. A despedida planta saudade em Bernardo. Então, prevendo o incômodo, ele decide levá-la. Dois numa bicicleta, em Clermont-Ferrand, devem ser brasileiros. No elevador, no pátio, na recepção, sorrisos e uma sensação de benção comum bem aproveitada. No estacionamento, o cadeado violado. Cecília repete que foi ali mesmo que ela tinha prendido a bicicleta. - Nossa bicicleta... - ela repetia com um tom perdido, de desespero e revolta. Bernardo controla um ódio nascente destruidor, que só viria ...
Comentários
Bjus
Hoje no café da manhã lembramos muito de vcs, relembramos os tempos de criança de Pedro,e Jether disse que sempre ora pela saúde e os negócios de vcs. Ai,ai,as vezes a saudade bate pra valer...
Bjos!!
Mas o sorvete...eu quero! rsrs
Ceci, por falar nele, vc gosta de fazer sorvete? Eu perguntei FAZER!
Beijo frio.
Vó! Nunca fiz sorvete, pra falar a verdade. E das vezes que tomei sorvete caseiro não gostei muito.
Beijo nas duas!