De Clermont-Ferrand Cecília aproveita com cuidado e carinho, cheia de uma satisfação irradiante, o caça espacial que nos é tão querido. Ela vai trabalhar na hora do almoço, pedala 15 minutos de ida, 15 de volta, prende o veículo numa barra de ferro, ao lado de umas 5 bicicletas velhas, e sobe para encontrar o marido. Bernardo a espera com o almoço a caminho, cheirando à pronto. Algumas horas de conversa, projetos, detalhes, e la se vai a moça, mais uma vez, ao trabalho oleoso e pesado do Apero'Max. A despedida planta saudade em Bernardo. Então, prevendo o incômodo, ele decide levá-la. Dois numa bicicleta, em Clermont-Ferrand, devem ser brasileiros. No elevador, no pátio, na recepção, sorrisos e uma sensação de benção comum bem aproveitada. No estacionamento, o cadeado violado. Cecília repete que foi ali mesmo que ela tinha prendido a bicicleta. - Nossa bicicleta... - ela repetia com um tom perdido, de desespero e revolta. Bernardo controla um ódio nascente destruidor, que só viria ...
Comentários
Por falta de tempo, nao tenho escrito. E muitas vezes à noite antes de dormir jà "escrevi" textos, poesias, idéias. Penso, amanha eu passo pro papel (computador, pra ser mais precisa). Mas nao consigo lembrar mais. Tarde demais. Poesia morta antes mesmo de nascer. Por que so na minha cabeça, nao é nascer. O titulo é pra mostrar o drama da coisa rsrs...
Nada demais... ou sim...
Vou estudar. Parece que é isso que dà futuro, né?
Mesmo assim lamento, pois amo tudo que vc.escreve!
bjuuu flor, saudade das suas postagens...
Beijo pra Valéria e Selmy. Nao demorarei a escrever, Bernardo deu um jeito pra eu ter os acentos de português. POrque eu que nao vou deixar uma postagm com tudo escrito torto, né?