Perigo na estrada

Nós dois adoramos viajar. Realmente, é inegável que temos isso em comum. Há vários países que queremos conhecer, e se Deus continuar abençoando assim, conheceremos a França e a Suíça até o fim deste ano. Vamos passar o Natal com Thierry, nosso grande amigo suíço. Foi ele que nos deu o livro "As Cinco Linguagens do Amor", que recomendamos fortemente para casais e aspirantes a casais e conselheiros de casais. Queremos conhecer a Itália, a Escócia, a Dinamarca (visitar Flavinha), o Canadá...

Se você também gosta de viajar, imagine-se dirigindo na Austrália, conhecendo o gigantesco país de carro, sob o céu profundo deles e sobre as suas estradas impecáveis. No meio de um deserto, você se depara com um placa como essa:


Seria bem interessante, não? Você reduziria a velocidade e ficaria com um olho na estrada e outro no horizonte, procurando algum belo e exótico animal para fotografar.

Enquanto isso, no Brasil, em Candeias, andando à quase 50 km/h (a máxima é 60), me vejo diante de um simpático animal absolutamente burro. Um jumentinho, tipo o de Jesus, só que sem a orientação do mestre. Sem orientação nenhuma! Ele descia do canteiro central bem na hora que eu passava. O susto foi tão grande que eu travei o pneu de trás, sem raciocinar. Na verdade, não havia o que raciocinar. Um burro suicida na frente e uma van assassina atrás, ultrapassando.

Felizmente, o pobre animal lembrou de alguma coisa, a mãe, a mulher, sei lá, e voltou para cima do canteiro. Passei tão perto que deu para sentir o cheiro dele.

Acho que não podemos andar a mais de 30 nesse lugar pitoresco.

Em Recife, é preciso redobrar a atenção com os buracos, os trombadinhas, os motoristas loucos e, por que não, os burros suicidas.

E nem pra colocarem uma placa...

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