gràvida a bordo!

Viagens longas jà são por si so cansativas. Para gràvidas, então, pode ser muito desconfortàvel. Conversei com minha obstetra e, pra variar, pesquisei bastante em blogs na tentativa de tornar a minha viagem o menos traumàtica possivel. E consegui.
A minha primeira medida foi tomar Dramim. Pois a ùltima coisa que eu queria era correr o risco de enjoar no avião, muito menos vomitar. Então, assim que eu sentava na poltrona, o sono ia logo batendo e eu apagando. A viagem acaba sendo "mais curta" assim. Antes do avião decolar, eu jà cochilava. Eu acordava so pra comer, me esticar e ir no banheiro. Nos dois vôos acordei com o impacto dos trens de pouso no chão ao aterrissar e depois ainda voltei a dormir, acordando apenas quando o avião parava completamente. Isso ainda traz o beneficio de chegar "em forma" na destinação. 
O segundo ponto a analisar, era o melhor assento para gestantes. Não pude escolher na hora da compra, pois sairia mais caro e a ordem era "contenção de despesas!" Planejei pedir pra trocar com alguém na hora mesmo. Então, no primeiro vôo, a namorada do rapaz que estava sentado do meu lado, estava bem no melhor lugar para gestantes e ele me perguntou se eu me importaria de trocar de lugar. Quase não acreditei. Eu nem precisei procurar, nem pedir. Veio de presente nas minhas mãos, tão facilmente. Impressionante como Deus cuida de mim. Um dos motivos pra eu apreciar tanto viagens é que saindo da minha zona de conforto, consigo ver melhor o cuidado de Deus. Claro que o cuidado dEle é constante, mas eu sou cabeçuda pra enxergar isso, como muitos por ai. O lugar em questão era na primeira fila, onde tem mais espaço para esticar as pernas, do lado do banheiro, o assento no corredor. Assim, tive muito mais conforto. Pude variar as posições ao longo das 10 horas de vôo. Me alongava, levantava, botava as pernas pra cima apoiando os pés na parede, caminhava. Além do mais usei meia de compressão, indicada para evitar varizes. O ùnico problema com relação a esse lugar, e que me deixou um pouco impaciente, é que as pessoas querem passar por ali e acabei levando alguns sustos quando alguém enconstava no meu pé ou no joelho sem querer. Pior quando uma mulher me acordou pra pedir pra eu tirar as pernas (que estavam pra cima, na parede) do caminho pra poder passar. 
Outro cuidado que tomei foi de levar os principais exames da gravidez, junto com um atestado da minha obtestra autorizando a viagem. Cada companhia aérea tem suas regras, mas a maioria permite viajar com até 8 meses (algumas vezes pedem autorização nesse periodo, mas nem sempre). Antes dos três meses é contra indicado. A melhor fase mesmo pra se viajar é entre os 3 e os 7 meses. Elias està com quase 25 semanas. Voltarei com 30, um pouco mais de 7, mas ainda dentro do prazo da companhia aérea. Tudo planejado. Agora me resta continuar cuidando de mim e dele pra ele nascer no momento devido, como indicam os exames pré-natais.
O ùltimo ponto pra mim é vàlido pra qualquer um que viaja: usar roupas confortàveis! Comprei um bom par de tênis, confortàveis e leves. Uso sempre roupas folgadinhas e de tecido agradàvel. Carreguei também pouco peso. Coloquei na mala e na mochila somente o necessàrio, sem esquecer a garrafinha d'àgua e a escova e pasta de dentes. :)
Resumindo: o segredo para uma viagem tranquila é um viajante leve e bem informado. 

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

3 anos de Elias - meus votos

Barriga de 5 meses (21 semanas)

Relato de parto II - amor rima com raiva