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domingo, 19 de agosto de 2012

Das surpresas de Nantes


No primeiro fim de semana a Nantes, tive o prazer de receber três amigos de Clermont que já vinham pra um casamento. Mais um presente de Deus pra alegrar minha estadia em terras estranhas. No primeiro dia, o encontro foi relâmpago. Eles chegaram na cidade e foram direto me buscar pra comer durante a horinha que tinham. Mas no segundo, fomos ao culto pela manhã e depois fomos comer num lugarzinho simpático e barato (ótima combinação) no centro da cidade. Dando uma volta de carro, passamos em frente a um lugar chamado "Machine" e eu lembrei do que tinha lido num site de turismo e decidimos de comum acordo que não poderíamos deixar de ver isso. Vocês vão entender por que...

Ops, o que é aquilo ali atrás deles? Um elefante? Mecânico? Com gente em cima? =O Pois é, eu tinha visto algumas fotos antes de viajar, mas quando chegamos ele estava andando. Que surpresa! Pra entender, só vendo em movimento mesmo, por isso fiz um vídeo (mal feito, admito - tô sem tempo!) a pedido do marido. 

video
Quando você acha que entendeu a cidade, ela revela mais uma surpresa. Em breve apresentarei mais surpresas dessa cidade do improvável.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Bye-bye Paris

Mel, aprendi!

É quase meio-dia em Paris, 7 horas em Recife. Estou no aeroporto Orly num dia de sol e muitas distrações. Até então tudo corria bem, eu não tinha esquecido nada importante (na verdade tinha esquecido minha sandália preferida em Clermont, mas Emilie me enviou quando eu estava em Nantes). Mas a noite foi longa em espera e curta em descanso. O cérebro faz greve e o corpo sente. Sente frio no estômago, sente o coração acelerado, sente saudade e euforia em rever a sua metade.
O resultado trouxe prejuízo. Esqueci o presente de Bernardo, uma pipa especial,  com alta controlabilidade, dada por um casal amigo. Putz, eu atravessei a França inteira com ela nas costas (um verdadeiro trambolho) pra no final esquecer em Paris! I can't believe it! Percebi somente no aeroporto e a euforia se transformou em frustração. Eu sei o quanto o marido esperava esse presente L.

Depois resolvi que estava cansada de carregar o mochilão pra todo canto. As pernas doem, as costas estão cansadas, os braços ganharam músculos devido à maratona com a bagagem. Resultado: despachei a mochila com a máquina fotográfica dentro! Tomara que não quebre. Não quero nem pensar…
Bom, pelo menos eu cheguei adiantada no aeroporto. Nem pensar em perder esse vôo. Eu só tenho um objetivo hoje, abraçar o meu amor.

* Como eu amo escrever em aeroporto. Agora vou continuar a leitura de Nancy Huston. Até breve em solo tropical.
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