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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Seis dias, seis camas - parte 6







Christine e eu acordamos com sono no sábado e vontade de ficar na cama e passar o dia conversando.


Grupo ouvindo as explicações, ou não



Mas a programação do dia era motivante e não nos arrependemos de sair de casa naquele dia. Um encontro entre os adolescentes e jovens da igreja estava marcado. Eu estava ansiosa pra rever meus jovens amigos. E o toque a mais é que íamos fazer arvorismo. 




O lugar era grande, cheio de percursos diferentes, pra todos os níveis. O nível preto é realmente difícil e requer um bom condicionamento físico (alguns ficaram no caminho). No início o medo é grande e quem nunca fez não sabe direito os limites do corpo.

Sorrisinho nervoso
Pular como tarzan a algumas dezenas de metros do chão
Mas com o tempo o medo vai diminuindo... Até que você encontra uma situação nova. A sensação é muito louca! Tão selvagem rs. Mas muito bom depassar seus limites, entender melhor do que seu corpo e cérebro são capazes. As adolescentes não fizeram feio, e me deixaram orgulhosa.



No final, o cansaço é grande, mas gostoso :)

Essa noite, dormi novamente na casa de Emilie e JA, pois domingo era dia de partir e eu tinha que pegar minhas coisas na casa deles. Os mais atentos e mais chatos vão dizer... Então são "Seis dias, cinco camas". Pois está enganado! =P Apesar de dormir na mesma casa, foi em outra cama, pois eles tinham visita em casa. 
Domingo, o culto era em La Sagnole. Uma cidadezinha minúscula a 45 minutos de Clermont, onde uma senhora da igreja tem uma espécie de chalé. O frio estava grande, mas o calor fraterno marcou presença.

A despedida foi difícil. Como é possível amar tanto assim tanta gente? Alguns me acompanharam até a estação de trem, só pra eu amá-los ainda mais...



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