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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Ensaio da Cerimônia

Hoje tivemos o ensaio da cerimônia. Pois é. É como música. É preciso praticar. E nesse caso, é ainda mais difícil, porque não se tem outra chance para tentar.

Vamos torcer para que tia Nana não desmaie, Cecília não chore e Cabral não caia. Se tia Nana desmaiar, eu vou ter que carregá-la até o altar. Se Cecília chorar, a maquiagem já era. Se Cabral cambalear, Cecília vai ter o impulso de segurá-lo, e pode tropeçar no vestido, que, se rasgar, come a calção. Aí é que ela iria chorar, e não ia ser de emoção. rsrs... Qué isso, vai dar tudo certo. Se Deus quiser. Eu não estou querendo colocar a responsabilidade em cima dEle, mas tomara que Ele queira.

E por falar em borrar a maquiagem, eu devo confessar que estava apreensivo quanto à maquiagem de Cecília. É que eu não gosto muito da arte da pintura, quando a tela é a cara das pessoas. Mas depois de refletir um pouco, eu fiquei mais tranquilo. Se ela aparecer tão pintada que pareça outra pessoa, eu devo relaxar e seguir a cerimônia conforme planejado. Imagine...

- Ai, meu Deus! Quem é essa?! Será que Cabral trouxe a filha errada? O que fizeram com minha princesa? Calma, cara; lavou, tá novo...


sábado, 23 de agosto de 2008

Feliz aniversário!

video

Hoje é aniversário de Auriceia, minha quase almost presque sogra. O amor e a admiração dela pela sua filha mais velha, minha princesa, explica esse vídeo. Algumas pessoas ficaram se perguntando: por que um vídeo sobre a filha se é aniversário da mãe?

Bem, a gente se entende. Esse amor de mãe eu não posso alcançar, mas posso entender.

Deus a abençoe, Auriceia.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Assista ao casamento pela Internet

A cerimônia será transmitida pela Internet no site da nossa igreja. Se você quiser saber se sua conexão é larga o bastante para participar, faça um teste: assista a um culto dominical, ao vivo.

Este é o endereço: www.capunga.org.br/index.php?pg=aovivo

Deixaremos esse link em primeiro lugar na nossa lista de sites legais até o dia casamento. Na verdade, deixaremos um pouco mais que isso, porque depois do grande dia, nós estaremos em lua-de-mel, e, temporariamente, não vamos estar nem aí pra esse blog.

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domingo, 17 de agosto de 2008

"Honra teu pai."

Alguém me perguntou por que eu não bebo mais nada alcoólico.

Eu sou batista, e os batistas, via de regra, são amigos da razão. Bem cedo eu aprendi a argumentar, questionar, duvidar, inquirir por respostas sempre sólidas. Foi essa educação que me levou a adquirir o hábito de beber vinho, acompanhando as refeições, remando contra a tradição da igreja evangélica brasileira. A pergunta lógica era "beber é pecado?" E a resposta ainda mais lógica era "não!" Como um crente pode ler a Bíblia e afirmar que vinho é pecado? Inventar respostas é fácil: "não era o mesmo vinho; era suco de uva." Então como foi que Noé ficou bêbado? Essa bebida é mais antiga que o povo Hebreu, e todos sabemos que sempre foi alcoólica, com potencial para entorpecer. Nem por isso Jesus deixou de regar uma festa com vinho para realizar seu primeiro milagre. Um Salvador vinicultor que usa seu poder divino para se poupar do labor da lavoura, para não poupar os convidados de beber mais vinho (eles já tinham bebido todas; o estoque do noivo tinha acabado).

Eu procurava um estilo de vida mais saudável quando passei a tomar vinho algumas vezes por semana. Morando sozinho, longe da família, quem poderia me proibir?

Entretanto, a mesma Bíblia que anunciava o Salvador vinicultor anunciava também um mandamento promissor: "Honra teu pai e tua mãe", se quiseres viver bastante.

O texto bíblico não deixa muitas interpretações possíveis. É bastante claro. Eu devo viver de tal forma que as pessoas se lembrem do meu pai com admiração e respeito. Eu preciso trabalhar duro para que as pessoas vejam em mim uma prova de que Jether, meu pai, é um exímio educador. Estou honrando meu pai quando alguém o imagina valoroso ao observar meu comportamento.

Se Jether é meu pai, quem sou eu para quebrar tradições? Não importam muito as minhas razões em matéria encerrada pelo meu pai. Como filho, eu devo agir como ele, e ele não bebe vinho. Minha razão é a honra que eu devo a ele, e não a permissão ou proibição bíblica.

Se isso soa submisso demais, se isso vai de encontro ao princípio do livre arbítrio e da liberdade de pensamento, deixo a perspectiva do futuro como solução. Um dia eu serei mais marido do que filho. Um dia eu serei mais pai do que filho. Esse é o futuro. Um tempo de formar um família e conduzi-la. O tempo de alimentar crianças com leite e exemplo. O tempo de escolher com sabedoria. Essa é a liberdade que eu quero. E é nessa liberdade que eu poderei viver minhas reflexões sobre o vinho bíblico ou sobre qualquer outra coisa cujas consequências não cairão mais sobre meu pai, que será avô.

O que me levará a esse futuro é honra a meu pai. E não rebeldia. Afirmar o mais alto possível que beber não é pecado, e beber, só me arrastar por uma adolescência tardia que insiste.

Com este espírito, em oração, há cerca de 10 meses, decidi não beber nada alcoólico até o casamento. De quebra, me proibi da cafeína também. Ficará provada minha independência das duas substâncias, equilíbrio no que toca o assunto, e respeito à opinião de meu pai.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Que lindo! Vou comprar pra meu noivo...

Minha flor, tem certeza que não tinha outro número?

Há vida em Jesus

- Cecília, eu queria falar contigo...
- Ihh... lá vem coisa...
- Não, é sobre a EBF.
- Sobre o que?
- EBF. O Congresso Infantil.
- Certo...
- Sabe o que é? É que eu tô fazendo parte do grupo de apoio, mas a EBF vai ser bem no mesmo dia do Congresso de Economia.
Mel portava uma voz doce falada cantada e uma expressão pidona no rosto. Na hora entendi onde eu entrava naquela história toda de congressos.
- Bom, será um prazer ajudar, mas calma que eu tenho que ver minha agenda antes.
Abri a agenda na mesma hora. Seria uma semana com início corrido, e com uma boa e merecida folga exatamente nos três dias de EBF.
- Humm... Tudo bem. Eu adoro criança.
Assim, nos dias 17, 18 e 19 de julho estive na Igreja Batista da Capunga tendo o prazer de trabalhar com meus queridos irmãos, jovens bastante dedicados e com quase tanta energia quanto as crianças. O tema do Congresso foi "Há vida em Jesus". As crianças foram divididas por faixa etária e os grupos se revesavam entre as salas de artes, história, música e recreação. Eu, com todos os meus traumas de criança, fui parar, por culpa de Mel, na sala de artes.
E foi maravilhoso. Tive a chance de pintar, colar, desenhar e, por que não?, melecar, fazer sujeira com as crianças. Diverti-me horrores! Houve um garoto, com seus 7 ou 8 anos, que olhou pra mim e gravemente disse: "Como a senhora é desastrada, tia." Vê se pode! O pior é que ele estava certo. Eu sou é uma bagunceira. Mas é disso que criança gosta mesmo...
Mas nem só de bagunça viverá a criança. É muito importante crescer na Igreja. Aquelas crianças e suas famílias são abençoadas. Não é fácil educar, e a ajuda do Senhor é fundamental. Foram dias de bênçãos e aprendizado, para as crianças, os pais e os jovens.
- Thierry, esse mês teve a EBF lá da Igreja. Foi muito bom. Eu participei.
- Ah, é ?! Você participou como? Ajudando ou como espectadora?
- Thierry, eu fui pra ajudar. A EBF é para crianças.
- Ah é, tinha pensado que era pra adolescentes também...
- Thierry, eu não sou adolescente!
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